Trajetória  do Chevette por ano




1973 – O Chevette chega às lojas em maio, de concepção moderna e preço mais acessível, agrada em cheio o publico jovem, recebe o titulo de carro do ano pela Revista Auto Esporte, o numero de vendas chega  31.324 unidades


1974 – Em pleno crescimento de vendas o Chevette atinge duas marcas em menos de um ano, no dia 26 de março é produzido o Chevette de numero 50.000 e logo após no dia 13 de novembro é produzido o de numero 100.000, o numero de vendas chega 74.923 unidades.


1975 – Chega às ruas o Chevette especial, com carro com acabamento mais simples, o numero de vendas chega a 62.519 unidades. Em 17 de setembro pela primeira vez a GMB utiliza o campo de provas de Cruz Alta para apresentar a nova  linha 1976, o numero de vendas chega a 62519 unidades.


1976 – É lançada a versão esportiva GP (Grand Prix) em comemoração ao Grande Premio Brasil de Formula 1, foi o carro oficial do evento e oferecido aos pilotos para que rodassem em São Paulo naqueles dias. Surge também a mais nova vedete da Chevrolet o Chevette SL (Super Luxo) um carro com requintes de acabamento com molduras cromadas nas lanternas e jogo de frisos, a vendas chegam a 70.733 unidades e o Chevette de numero 200.000 é produzido em 24 de maio.


1977 -  Chega às lojas a nova versão GP II, com mudanças no motor e ainda mais econômico, para toda linha é redesenhado o painel de instrumento, ficando assim mais atual. São comercializadas 65.964 unidades e no dia 18 de fevereiro se produz o Chevette de n. 250.000


1978 – A linha Chevette passa pelo seu primeiro FACELIFT, sua frente e reestilizada recebendo duas pequenas grades baseadas no norte americano Pontiac Firebird, (esportivo americano). É apresentado no GP de F1 o novo Chevette GP II, as vendas chegam a 86.384 unidades.


1979 -  Duas novidades para a linha é lançado o Chevette 4 portas e chega a serie especial Jeans, com forração interna – bancos e lateral das portas em tecido Blue Jeans, a cor externa era prata e os logotipos adesivados vinham também na cor azul. As vendas fecham este ano com 90.084 unidades.


1980   É alterado o desenho na traseira, com lanternas maiores e envolventes, pára-choques mais largos e com faixa central preta. É lançado o Chevette Hatch,  e a versão Ouro Preto, a carroceria era dourada e contava com faixas pretas, ou preto com faixas douradas. O Chevette é considerado pela segunda vez o carro do ano com a versão Hacth. Bate-se um recorde em vendas 94.816 unidades. Em 08 de fevereiro é produzido o Chevette de n. 500.000


1981 Uma pequena mudança nos faróis que passa a ser quadrados e é lançada a versão Wagon (a  perua Marajó), e a versão especial esportiva do Chevette, o esportivo Hacth S/R, que possuía um completo painel de instrumento, conta giros, amperímetro, vacuómetro, relógio de horas, de gasolina e temperatura, rodas de liga leve, espoiler, aerofólio, faróis de milha e faixas laterais, pintura especial degradê  na cor preta ou prata, o numero de vendas para este ano é de 69.941 unidades.


1982 As novidades para este ano são as novas cores, e na versão SL mudanças nas borrachas e frisos laterais, o sucesso de vendas continua 75.163 unidades.


1983 – O Chevette recebe o seu maior facelift, a frente recebe faróis retangulares, grade única com frisos horizontais, capô em cunha e mais inclinado, lanternas envolventes e novos pára-choques, tinha ainda a opção de cambio 05 marchas , diante da semelhança com seu primogênito o Monza, logo foi chamado carinhosamente de “Monzinha”. Assume 1a lugar em vendas no país e desbanca seu maior concorrente, fato que nenhum carro do mesmo seguimento tinha conseguido anteriormente. Mas a GM ainda tinha uma surpresa, em novembro lança a versão pick-up, a Chevy 500. O numero de vendas este ano chega a 85.984 unidades.


1984 – Mudanças no conjunto mecânico é oferecido como opcional o motor 1.6 a álcool e  toda linha passa a sair com motor 1.6 a gasolina. As vendas chegam na casa das 57.876 unidades.


1985 – O Chevette chega a mais três marcas importantes, o número de carros exportados chega a 100.000 unidades, em 10 de junho é produzido o motor de n. 1.000.000, e no mês de outubro o Chevette 850.000. A linha passa a ter como opcional o cambio automático. O numero de vendas chega a 61.526 unidades.


1986 – O Chevette lidera 80 voltas dos 500 km de Guaporé, no Rio Grande do Sul. O numero de vendas internas chega a 67.182 unidades.


1987   Chega a versão SE mais luxuosa, e mudanças nos pára-choques que passa a ser envolventes, grade integrada a ele, lanternas traseira maiores e bancos dianteiros com novo formato os apoios de cabeça ficam independentes. A versão quatro portas e Hatch deixam de ser produzidas. Em março é produzido o Chevette de n. 1.000.000 e as vendas internas com 45.727 unidades.


1988 -  O motor é retrabalhado e passa a se chamar 1.6/S. Reduziu-se o peso dos pistões e das bielas, foi introduzido um carburador de corpo duplo, novo coletor de admissão o motor passa de 73 cv para 81 cv (álcool). O modelo SE passa a se chamar SL/E, o numero de vendas 56.301 unidades.


1989 – Se encerra a produção após quase uma década, o carro que era para toda a família,sai de linha a Station Wagon Marajó. As vendas internas chegam a 40.701 unidades.


1990 – Chega à versão DL, luxo interno e externo com todo conforto de seus antecessores. As vendas ficam em 26.786 unidades.


1991 -  A versão DL se torna à única versão sedan a ser produzida. 20.554 unidades vendidas no mercado interno.


1992 – Em março é lançado o Chevette Junior, mais simples e com 50 cv de potência, A linha Chevette passa a utilizar conversor catalítico. São vendidas 29.629 unidades.


1993 – Atendendo o mercado interno é lançada o Chevette L, , como uma versão popular, mas com motor mais potente da categoria 1.6 a álcool ou gasolina, bem como seu porta malas 323 litros. Neste mesmo ano se encerra a produção do Chevette, ficando apenas a Chevy 500 em produção, mas sendo encerrada em 1995 com o modelo camping.